segunda-feira, 25 de março de 2013

Conclusão - Carlos Adriano nº 6


  A Mooca teve sua fundação no início em 17 de agosto de 1556,  56 anos após o descobrimento do Brasil pelos portugueses. Na época, as terras eram ocupadas por índios que se concentravam próximo ao Tameateí ou Tometeri, hoje o Rio Tamanduateí.
  A Mooca se caracteriza por uma intensa ocupação de italianos, cujos descendentes não abandonaram o distrito. Outras imigrações importantes foram de lituanos e croatas.
  Um nome intimamente ligado ao bairro é o do italiano Rodolfo Crespi, o dono da que chegou a ser a maior tecelagem de São Paulo, o Cotonifício Crespi, fundado em 1896. Teve sucessivas ampliações da fábrica que foram acompanhadas por construção de moradias para seus funcionários. Assim como a família Crespi, boa parte dos operários era de origem italiana.
  A imigração italiana está presente também nas tradições gastronômicas do bairro que, entre muitas cantinas, pizzarias e doçarias, conta com alguns importantes nomes, como a doceria Di Cunto, a pizzaria São Pedro, a Pizzaria do Ângelo e o restaurante Don Carlini.
 Ainda hoje, muitos casarões antigos, com suas fachadas em vários estilos, construídas pelos maestri, os mestres construtores, adornadas de guirlandas e de baixos-relevos, objetos de admiração e de estudo de novos arquitetos, ao lado de modernas residências, assim como de estreitas ruas, típicas de velhas cidades da Europa, ao lado de largas avenidas.
  Hoje a Mooca não é mais conhecida como parque industrial e sim como pólo educacional com as Universidades São Judas, Anhembi- Morumbi, Capital e a Faculdade Senai de Artes Gráficas.





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